segunda-feira, 27 de julho de 2009

BEM VINDOS AO BLOG FORÇA UMBANDISTA,VEJAM OS VIDEOS QUE POSTEI E ALGUMAS EXPLICAÇÕS SOBRE A UMBANDA,COMO BEBIDAS ALCÓOLICAS DENTRO DA RELIGIÃO,O QUE É UMBANDA,AS ENTIDADES QUE ATUAM NELA E SEUS MÉDIUNS,ENTRE OUTROS ASSUNTOS,MUITO OBRIGADO POR ESTAREM VISITANDO ESTE BLOG E QUE A LUZ DE JESUS ESTEJAM COM VOCÊS,E TERMINO ESTA POSTAGEM COM A FOTO DE NOSSO PAI OGUM(SÃO JORGE)!!

domingo, 26 de julho de 2009

Videos de Umbanda(Caboclos,Exu,Pretos velhos e Oríxas)

ESTE É MEU PAI OGUM YARA(OGUNHE)

ESTE É DE EXU TRANCA RUA DAS ALMAS(EXUE ALUPANDE EXU)

SALVE OS NOSSOS QUERIDOS PRETOS VELHOS

AGOE A TODOS OS ORÍXAS DE LUZ

ORIXAS

Médiuns,uso de Bebidas Alcóolicas e Paramentos

Médium é toda pessoa que, segundo a Doutrina Espírita, que tem a capacidade de se comunicar com entidades desencarnadas ou espíritos, seja pela mecânica da incorporação, pela vidência (ver), pela audiência (ouvir) ou pela psicografia (escrever movido pelos espíritos).
A Umbanda crê que o médium tem o compromisso de servir como um instrumento de guias ou entidades espirituais superiores. Para tanto, deve se preparar através do estudo, desenvolvendo a sua mediunidade, sempre prezando a elevação moral e espiritual, a aprendizagem conceitual e prática da Umbanda, respeitar os guias e orixás; ter assiduidade e compromisso com sua casa, ter caridade em seu coração, amor e fé em sua mente e espírito, e saber que a Umbanda é uma prática que deve ser vivenciada no dia-a-dia, e não apenas no terreiro.
Uma das regras básicas da umbanda é que a mediunidade não deve ser vista ou vivenciada vaidosamente como um dom ou poder maior concedido ao médium, segundo os umbandistas, mas sim como um compromisso e uma oportunidade que lhe foi dada para resgate kármico e expiação de faltas pregressas antes mesmo da pessoa reencarnar. Por isso não deve ser encarada como um fardo ou como uma forma de ganhar dinheiro, mas como uma oportunidade valiosa para praticar o bem e a caridade.
Existe médiuns que acabam distorcendo o verdadeiro papel que lhes foi dado e se envaidecem, agindo de forma leviana em suas vidas. O médium deve tangir sua vida como sendo um mensageiro de Deus, dos orixás e guias. Ter um comportamento moral e profissional dignos, ser honesto e íntegro em suas atitudes, pois do contrário acaba atraindo forças negativas, obsessores ou espíritos revoltados que vagam pelo mundo espiritual atrás de encarnados desequilibrados que estejam na mesma faixa vibracional que eles. Por isso, desenvolver a mediunidade é um processo que deve ser encarado de forma séria e regido através de um profundo estudo da religião, e seguido por conceitos morais e éticos. Ser orientado e iniciado por uma casa que pratica o bem é essencial.
As pessoas que são médiuns devem levar sempre a sério sua missão, ter muito amor e dar valor ao que fazem, tendo sempre boa-vontade nos trabalhos de seu terreiro e na vida diária.
O médium deve tomar, sempre que necessário, os banhos de descarrego adequados aos seus orixás e guias, estar pontualmente no terreiro com sua roupa sempre limpa, conversar sempre com o chefe espiritual do terreiro quando estiver com alguma dúvida, problema espiritual ou material.
Sobre o estudo da mediunidade e do médium, pode-se utilizar como fonte para estudos a relação que existe abaixo, no item "Literatura Umbandista". Alguns terreiros utilizam-se das obras Espíritas (codificadas por Allan Kardec), mas a maioria segue as orientações da literatura umbandista que é prolífica nas discussões teóricas e nas orientações práticas. Há livros umbandistas a partir da década de 1930.


USO DE BEBIDAS ALCÓOLICAS

'Também encontramos terreiros dos seguintes tipos:
Os que as entidades incorporadas não usam bebidas (muitas vezes por questão do próprio médium não estar preparado para este tipo de trabalho com bebida) criando uma espécie de tabu;
Os que elas bebem durante os trabalhos (tanto os que fazem o uso correto deste elemento, como os que abusam);
Os que usam bebida em situações mais veladas (existindo um certo rigor quanto a sua utilização, buscando coibir abusos de médiuns ainda em preparação).
Toda essa controvérsia é gerada pelo uso que as pessoas fazem das bebidas alcoólicas na vida diária, muitas vezes caindo no vício do alcoolismo, trazendo consequências graves para sua vida material e espiritual.
Ocorre que médiuns predispostos ao vício podem, ao invés de atraírem espíritos de luz, afinizarem-se com espíritos de viciados que já morreram - esses espíritos serão obcessores dessa pessoa, uma vez que ela satisfaz seus desejos materialistas. Note-se que o álcool é um elemento usado na magia para trabalhos para o bem; abusos nunca são tolerados e exibicionismo não são sinais de incorporações de luz.
Existem casas que, por ordem do mentor espiritual, nunca usaram ou deixaram de utilizar o fumo, assim como a bebida alcoólica, sem que por isso, tivessem qualquer problema com as entidades que, por ventura, utilizavam esses elementos. Afinal, os espíritos podem se adaptar e mudar a forma de trabalhar de acordo com o fundamento de cada instituição.
É importante ressaltar, ainda, que quanto menos o espírito utilizar materiais terrenos melhor. Eles podem trabalhar com elementos bastante etérios e tão eficazes quanto, como os fluidos do próprio médium.

PARAMENTOS

Na Umbanda, os médiuns usam normalmente como paramentos apenas roupas brancas, podendo estar os pés descalços, representando a simplicidade e a humildade. Mas há Umbandas que também utilizam roupas com as cores de cada linha. Por exemplo, em giras de Ogum se utiliza camisas ou batas vermelhas e calças e saias brancas. Nas giras de esquerda as roupas são pretas, sendo que as filhas de santo podem se vestir de vermelho e preto.
Pode ocorrer, por exemplo, que uma entidade de Preta-velha solicite uma saia ou um lenço para amarrar os cabelos; isso visa a proporcionar que o médium se pareça mais com a entidade que está incorporando. Também há os apetrechos dos guias. Por exemplo, os Caboclos costumam utilizar cocares, alguns utilizam machadinhas de pedra, chocalhos, etc.
Uma outra visão sobre os paramentos e apetrechos materiais utilizados pelos médiuns é de que são usados pelos espíritos como condensadores de energia: um modo de concentrar a energia e depois enviá-la, se positiva, ou dissipá-la no elemento apropriado, quando negativa.

Umbanda e seus Oríxas




As raízes da Umbanda são difusas. Existem diversas ramificações onde podemos encontrar influências indígenas (Umbanda de Caboclo), Africanas (Umbandomblé, Umbanda traçada) e diversas outras de cunho esotérico (Umbanda Esotérica, Umbanda Iniciática). Existe também a "Umbanda popular", onde encontraremos um pouco de cada coisa ou um cadinho de cada ancestralidade, onde o sincretismo (associação de santos católicos aos orixás africanos) é muito comum.
Não existe uma fonte única que reflita a origem da Umbanda. Cada vertente tem as suas origens e história. Mais recentemente, na década de 1970, aceitou-se que Zélio Fernandino de Moraes teria sido o anunciador da Umbanda através do Caboclo das Sete Encruzilhadas (1908) em determinados moldes, fazendo com que ela pudesse ser institucionalizada como religião. Porém, o trabalho dos guias (pretos velhos, caboclos, crianças, exus, etc.) é bem anterior a Zélio.
Mantém-se na Umbanda o sincretismo religioso com o catolicismo e os seus santos, assim como no antigo Candomblé dos escravos, por uma questão de tradição, pois antigamente fazia-se necessário como uma forma de tornar aceito o culto afro-brasileiro sem que fosse visto como algo estranho e desconhecido, e, portanto, perseguido e combatido.
Há discordância sobre as cores votivas de cada orixá conforme o local do Brasil e a tradição seguida por seus seguidores. Da mesma forma quanto ao Santo sincretizado a cada orixá.



Na Umbanda os Orixás são energias, forças da natureza que estão presentes em todos os lugares, influenciando as pessoas e irradiando energias que mantém o equilíbrio natural dos elementos em relação ao universo.
Uma interpretação mais objetiva coloca os orixás como espíritos que progrediram muito espiritualmente, não necessitando mais do processo reencarnatório, e que para darem continuidade no seu progresso espiritual possuem como missão organizar e orientar uma rede de espíritos com menos progresso espiritual do que eles, ajudando-os a progredirem espiritualmente.
Cada pessoa está ligada a um desses orixás e suas características são encontradas em seus filhos, seja na forma física ou, mais evidente, nas características psicológicas e comportamentais a qual a pessoa está relacionada.
Os elementos nos quais se manifestam os orixás cultuados na umbanda são:
Oxalá Onipresente, Ogum estradas e campinas, Oxóssi nas matas, Xangô pedreiras, Oxum cachoeiras, Iansã ventos e tempestades, Iemanjá no mar, Obaluaê na terra, Nanã nas águas paradas e da lama dos fundos dos rios e lagos, além da água das chuvas.
A Umbanda tem como lugar de culto o templo, terreiro ou Centro, que é o local onde os Umbandistas se encontram para realização do culto aos orixás e dos seus guias, que na Umbanda se denominam giras.
O chefe do culto no Centro é o Sacerdote ou Sacerdotisa (pode ser Babá, Zelador, Digiente, Diretor(a) de culto, Mestre(a), sempre dependendo da forma escolhida por cada casa). São os médiuns mais experientes e com maior conhecimento, normalmente fundadores do terreiro. São quem coordenam as sessões/giras e que irão incorporar o guia-chefe, que comandará a espiritualidade e a materialidade durante os trabalhos.
Vale lembrar que o termo pai-de-santo ou mãe-de-santo não deve ser aplicado na religião de Umbanda, pois estes termos são oriundos do Candomblé, que é uma religião diferente da Umbanda.
Como uma religião espiritualista, a ligação entre os encarnados e os desencarnados se faz por meio dos médiuns. Na Umbanda existem várias classes de médiuns, de acordo com o tipo de mediunidade. Normalmente há os médiuns de incorporação, que irão "emprestar" seus corpos para os guias e para os orixás.
Há também os atabaqueiros, que transmitem a vibração da espiritualidade superior por via dos atabaques, criando um campo energético favorável à atração de determinados espíritos, sendo muitas vezes responsáveis pela harmonia da gira. Há os Corimbas, que são os que comandam os cânticos e as cambonas que são encarregadas de atender as entidades, provisionando todo o material necessário para a realização dos trabalhos.
Embora caiba ao sacerdote ou à sacerdotisa responsável o comando vibratório do rito, grande importância é dada à cooperação, ao trabalho coletivo de toda a corrente mediúnica


A Umbanda é uma junção de elementos africanos (orixás e culto aos antepassados), indígenas (culto aos antepassados e elementos da natureza), Catolicismo (o europeu, que trouxe o cristianismo e seus santos que foram sincretizados pelos Negros Africanos), Espiritismo(fundamentos espíritas, reencarnação, lei do carma, progresso espiritual etc).
O culto nos terreiros é dividido em sessões de desenvolvimento e de consulta, e essas, são subdivididas em giras.
Nas sessões de consulta, onde comumente podemos encontrar Pretos-Velhos, Caboclos, Ciganos... As pessoas conversam com as entidades a fim de obter ajuda e conselhos para suas vidas, curas, descarregos, e para resolver problemas espirituais diversos.
O descarrego é feito com o auxílio de um médium, o qual irá captar a energia negativa da pessoa e a transferir para os assentamentos ou fundamentos do terreiro que contém elementos dissipadores dessas energias. Também a entidade faz com que essa energia seja deslocada para o astral. Caso seja um obsessor, o espírito obsediador é retirado e encaminhado para tratamento ou para um lugar mais adequado no astral inferior caso ele não aceite a luz que lhe é dada. Nesses casos pode ser necessária a presença de um ou mais Exus (um gênero de espírito desencarnado) para auxiliar a desobsessão.
Os dias de Consulta e/ou Desenvolvimento podem variar de casa para casa, de Linha Doutrinária para Linha Doutrinária. Nos dias de consulta há o atendimento da assistência e nos dias de desenvolvimento há as giras médiunicas, que são fechadas à assistência, onde os sacerdotes educam e ensinam os mecanismos próprios da mediunidade.

Exu Órixa(O verdadeiro Exu)

No tempo da escravidão, os escravos faziam muitas oferendas ao Orixá Exu, para que este abrisse os caminhos dos escravos que tanto sofriam. Mas a igreja católica, junta com os senhores de engenho, que obrigava os escravos a seguirem o catolicismo, descobriram este Orixá, e, o associaram ao Demônio da igreja católica. Sendo que depois disso, a imagem de Exu ficou bastante deturpada, onde hoje, aqui no Brasil, Ele, o Orixá Exu, ainda é associado a um Demônio que não existe.
Quanto aos espíritos que são comparados com Exu, hoje em dia, não são Orixás, e sim, espíritos em desenvolvimento, que se bem doutrinados, podem ajudar muito, como se fosse o próprio Exu Orixá; pois estes, passaram a agir sob o comando do Exu Orixá que, é o “verdadeiro” Exu. Este Exu Orixá, é o Orixá mais próximo dos homens, pois este, devido ao seu grande senso de humor, segundo a lenda, foi expulso do reino dos Orixás, e, mesmo continuando a ser o Orixá do movimento (mais uma coisa para aproximar-lhe dos homens), das encruzilhadas e dos caminhos tortuosos, passou a viver em um mundo que fica entre os homens e os Orixás, ficando assim, como o mensageiro de todos os Orixás, servo de todos os outros Orixás, sendo que mesmo assim, é respeitado por todos, pois todos conhecem o seu poder e a sua capacidade de enganar. Exu Orixá, como os demais Orixás, fez parte da criação do Ayié (mundo), pois Ele é o princípio ativo de tudo, é a própria ação, junto com o seu irmão Ogum, que é o seu companheiro, que é quem expande o poder de Exu. Pois o mundo, sem Exu, seria como uma pintura: bonita e estática.



Os espíritos hoje associados a Exu no Brasil, em muitos casos, são espíritos de assassinos, punguístas, malandros etc., pois devido a ser comparado com o Demônio dos católicos, passou a carregar o tridente, sendo que o seu símbolo é o Ogò (porrete). Estes outros espíritos, podem ser acentados como guardiões secundários, pois já estão começando a ter mais esclarecimento, e, por causa da fé das pessoas neles, passaram a ser monitorados pelo Exu Orixá, sendo que, o Exu Orixá deve ser acentado em primeiro lugar. Mas existe um grande problema, que são as pessoas que são feitas nestes Exus Compadres, que não são Orixás, e, como conseqüência, não podem assumir o ori (cabeça) de ninguém, pois não possuem axé para isso. E é por isso que muitos terreiros sem nenhum fundamento, acabam tendo vários tipos de problemas com seus médiuns, por fazerem estes mesmos em Compadres e até em Comadres. Ninguém pode ter um Exu Compadre de frente, como por exemplo: o seu Zé Pelintra, que é o Exu da malandragem, da boemia... podendo levar a pessoa para um buraco sem fim, se esse Exu não for coroado. Estes Compadres e Comadres, por serem espíritos em desenvolvimento, recebem pedidos para o mal e para o bem, mas, quem executa os pedidos negativos, não são eles, e sim, os Kiúmbas, espíritos no mais baixo escalão do mundo espiritual, que não querem nada, a não ser, diversão com o sofrimento dos outros. O Exu Orixá, assim como os Compadres, deve ser despachado da mesma forma, pois dizem que Ele é muito brincalhão, e, pode atrapalhar o xirê (culto, festa dos Orixás...), se não for bem tratado; pois este, adora brincar e é muito vaidoso e vingativo. Sendo esta, a explicação mais constante, mas é falsa! Sendo esta, uma explicação, sobre os Compadres e as Comadres (não coroados), e, não sobre o verdadeiro Exu cultuado na África. Na verdade, Exu é servido primeiro, devido a uma lenda que diz que: Exu, certa vez, devorou tudo que havia no mundo, depois devolveu tudo multiplicado, e isso quer dizer que, Exu devolve tudo que recebe em oferendas para a humanidade, e, dobrado. Por isso é tratado primeiro, para que haja maior proteção e pedidos de graças alcançadas com mais rapidez. Deve-se lembrar que na maioria dos Ilês, Exu é cultuado em primeiro e em último lugar, para que este, movimente as energias dos Orixás por todo o tempo, dando proteção a todos os assistentes. Por isso Ele deve permanecer no ambiente por todo tempo.
Como se pode ver, deve-se tomar o máximo de cuidado quando se fala de Exu, pois não se deve confundir o Exu Orixá com os Exus Compadres e Comadres do Brasil. Lembrando que as Comadres, são de igual forma, Exus na forma feminina, aqui no Brasil, e que na África, mais precisamente em Angola, que é uma grande influência na Umbanda, são cultuadas como espíritos da própria sedução, são as mensageiras das Orixás femininas, e no Brasil, assim como o Exu Orixá, foram totalmente deturpadas. Pois na África, as Bombogiras/Pombogiras são entidades que ajudam, são positivas. E é por isso que, não se fazem filhos (as) de Bombogira, pois não são Orixás, são de uma forma ou de outra, Eguns (ver mais à frente). Elas são mensageiras das Orixás da sedução na África, e por isso, ficaram aqui no Brasil como se fossem espíritos de prostitutas, mais uma vez, graças a igreja católica, que julga tudo sem compreender nada, e que, todas as pessoas sem opinião própria acabam aceitando e acreditando. Lembrando que, os terreiros de Umbanda que não conhecem esta diferença, não devem fazer os seus filhos em Exu, pois, estariam fazendo em Compadres ou Comadres, e isso é totalmente errado. No caso de não se entender esta diferença, deve-se virar a linha do médium para Ogum. Lembrando que o Exu Orixá, não recebe trabalhos para o mal, pois este é um Orixá, Ele apenas pune a quem mereçe, a pedido dos Orixás; podendo pedir a Ele, somente que ele cumpra com mais rapidez o que já é realmente certo de se acontecer (não confundir com pedidos negativos). Deve-se lembrar também que, o Exu Orixá, possui varias qualidades (Vodus). Uma observação que julgo importante, é sobre o tridente que Exu passou a carregar no Brasil, que foi colocado com os Compadres, e que passou a ser carregado, também, pelo Exu Orixá, pois tem muito a ver. O tridente representa o inconsciente, o subconsciente e o consciente do homem, demonstrando que tanto o Exu Compadre como o Exu Orixá, são conhecedores dos sentimentos e desejos mais profundos dos seres humanos.
É muitíssimo importante salientar que despachar Exu quer dizer: pedir para que Ele abra os caminhos no decorrer dos trabalhos, ou seja, que não deixe os maus espíritos se aproximarem; e quando se diz que Exu é brincalhão e vingativo, deve-se entender que, se Exu não for tratado, deixa que os maus espíritos perturbem o bom andamento do xirê, por não ter sido lembrado, ou seja, por ninguém ter pedido a Ele que afastasse os maus espíritos, pois tudo que Exu recebe em oferendas, Ele devolve em dobro.
Nota: Este é um assunto muito complexo para ser explicado em poucas linhas, recomendo a quem estiver com dúvidas, que procure um Babalorixá ou Ialorixá com competência comprovada para sanar-lhe as dúvidas.

Adoro esta religião,ela é minha paixão,só queria lhes dizer que exu nâo é Santo nem Diabo é apenas Exu e nada mais,e que a minha umbanda de Caboclos,Preto Velhos e Órixas nâo faz o mal,e é uma organização dos espíritos,que se uniram para fazer a caridade divina,um abraço a todos vocês e espero que tenham gostado.